O Projeto HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program) significa Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência e é uma de genocídio em massa e durante o furação que atingiu o Haiti matou centenas de pessoas .A própria versão oficial dos fatos ja é por si só assustadora. As instalações começaram a ser erguidas em 1993 no Alasca, e incluem numerosos aquecedores ionosféricos e instrumentos de diagnóstico. São um conjunto de 360 antenas emissoras com a potência de 10 mil watts cada uma e a possibilidade de atingir uma emissão total de 3.6 milhões de watts. Tenha em mente que o limite legal para estações AM no Estados Unidos é de apenas 50 mil watts e durante o funcionamento da Haarp foi possível captar as perturbações em ondas longas ao mesmo tempo em que o ataque com a a Haarp acontecia.As ondas geradas pelas colossais antenas do Projeto HAARP, aliado aos padrões de interferência que geram e aos seus poderosos diagnóstico dariam aos Estados Unidos um poderoso aparato para sondar praticamente qualquer ponto na face da Terra. É como se eles tivessem um gigantesco radar capaz de varrer o planeta inteiro. As forças armadas americanas poderiam assim, te encontrar (e teoricamente entrar em contato via rádio) mesmo se você estivesse em um bunker dentro de uma montanha, ou em um submarino bem no fundo do oceano. O medo do Parlamento da União Européia é justificado pois esse ‘olho’ permitiria aos Estados Unidos localizar instalações militares de outros países, assim como detectar mísseis e submarinos,más atualmente é uma arma de redução populacional.
As ondas electromagnéticas geradas pelo HAARP poderiam ainda bloquear transmissões de radiofrequência de todo tipo assim como bloquear ou danificar permanentemente qualquer dispositivo eletrônico, dependendo da intensidade. O cenário não poderia ser pior para os inimigos políticos dos Estados Unidos não é mesmo? Sim, poderiam, continue lendo.Em 2002 foi a vez da Rússia se preocupar, quando o parlamento entregou a Vladimir Putin um relatório dos comitês de Relações Internacionais e de Defesa, dizendo que o projeto HAARP poderia ser usado como uma “arma geofísica”, capaz de manipular a atmosfera terrestre, e portanto, o clima do mundo todo.Essa é novamente uma preocupação justificada. As ondas de rádio geradas podem não apenas empurrar nuvens para lá ou para cá, criando assim chuvas ou tempestades, como podem também perturbar a composição molecular de uma certa região na atmosfera, aumentando artificialmente as concentrações de ozônio, nitrogênio ou outros gases em regiões especificas do céu. Não se sabe qual o nível de controle o Projeto HAARP realmente tem para provocar tempestades e mesmo terremotos tornados e furacões. Mas a mera possibilidade bastou para assustar os russos. Afinal, seca gera fome, fome enfraquece nações, que criam dependências econômicas e convulsões sociais.
Talvez a pior parte de mexer com o clima é que não sabemos exatamente como a ionosfera reagirá ao ser violentada com raios de energia desta magnitude. A situação é exatamente ruim, com a diferença de que as chances aqui não são de 50 milhões contra um para que algo muito ruim aconteça. Considere que a ionosfera, juntamente com a camada de ozônio nos protege de sermos fritos pelo sol. Os defensores do meio ambiente ficam, com razão, escandalizados com a destruição gradual ano a ano da camada de ozônio, mas o Projeto HAARP pode rasgar a ionosfera toda em poucos segundos.Os militares americanos sabem deste risco mas se recusam a reconhecê-lo sob a alegação de que defender-se e vencer guerras é muito mais importante do que as complicações ambientais. Eles simplesmente assumem que nada de ruim vai acontecer. Apesar dos protestos dentro e fora dos Estados Unidos, o projeto recebeu cerca de 30 milhões de dólares do governo para garantir seu funcionamento. Alguns anos depois do início da operação, o discurso mudou. O governo passou a alegar que o Projeto HAARP é usado para pesquisas climáticas com o propósito de ajudar na luta contra o aquecimento global. Mas vamos lembrar novamente que o projeto foi iniciado em 1993 quando ninguém dava a mínima para o meio ambiente. E aliás, que governo liga para isso mesmo hoje?
Uma das acusações mais polêmicas sobre a atuação do Projeto Haarp é a de que eles poderiam manipular as atividades sísmicas das placas tectônicas, e assim causar terremotos, maremotos e até mesmo provocar erupções vulcânicas e furações. A base científica já existia e esta era uma preocupação que estava inclusa no relatório russo citado acima, mas ganhou o mundo quando o jornal venezuelano “Vive” fez uma denuncia apresentando documentos que comprovariam a utilização do HAARP na região caribenha, causando o terremoto do Haiti de 2010 que matou mais de 100 mil pessoas.Em um pronunciamento oficial pouco antes de sua morte, o então presidente Hugo Chávez afirmou em seu canal estatal que “o terremoto no Haiti é claramente o resultado de um teste da Marinha dos EUA”. Ele afirmou ainda que esta não foi a primeira vez e que o exército dos Estados Unidos já havia testado estas armas no Pacífico, causando um terremoto de 6.5 pontos na escala Richter, mas sem vítimas. Era necessário um teste em terra habitada para conhecer o potencial destrutivo da arma. O Haiti não é ameça política nem militar para ninguém e ainda daria a oportunidade de ficar bem internacionalmente com a “ajuda humanitária” que viria a seguir.
Existem ainda diversos indícios de atividades direcionadas do HAARP antes de diversos outros terremotos recentes. Incluindo os terremotos seguidos de tsunamis da Indonésia em 2004 e do Japão em 2011. O caso particular do terremoto do Chile em 2010 pois houveram vários relatos do “céu brilhando e piscando” antes e durante a atividade sísmica.


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